Economia criativa no RJ impulsiona desenvolvimento local

A economia criativa no RJ tem se consolidado como um motor de desenvolvimento. De acordo com a FIRJAN, o setor já representa 3,6% do PIB brasileiro, movimentando bilhões de reais anualmente (Mapeamento da Indústria Criativa, 2025).
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Por Adriano Ramires

A economia criativa no RJ tem se consolidado como um motor de desenvolvimento. De acordo com a FIRJAN, o setor já representa 3,6% do PIB brasileiro, movimentando bilhões de reais anualmente (Mapeamento da Indústria Criativa, 2025).

Esse crescimento é confirmado pelo Observatório Itaú Cultural, que destacou a geração recorde de empregos criativos em 2024. No estado do Rio de Janeiro, especialmente nos pequenos municípios, o impacto é visível em diversas expressões culturais.

Em cidades como Guapimirim, Magé e Paraíba do Sul, a economia criativa no RJ ganha força com iniciativas que promovem teatro, dança, música, design, moda, gastronomia e artesanato. Esses segmentos não só preservam a cultura local, como também geram renda, turismo e oportunidades de trabalho.

Guapimirim, por exemplo, lançou editais por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, utilizando recursos da Lei Aldir Blanc e da PNAB. Apenas pela PNAB, o município receberá R$ 1,95 milhão até 2027 para investir em projetos culturais.

Já Magé, em parceria com a UFRRJ, iniciou um Inventário Turístico para mapear locais de interesse, incluindo tradições e produção artesanal. A cidade também está reformando um imóvel histórico para abrigar o novo Centro Cultural. Outro destaque é a 1ª Jornada do Patrimônio Cultural, com oficinas e atividades educativas.

Em Paraíba do Sul, mesmo com dados menos detalhados, a presença institucional é forte. A cidade mantém um calendário ativo de eventos e ações que reforçam a economia criativa no RJ como estratégia de desenvolvimento.

Especialistas do Sebrae apontam que a formalização de artistas e empreendedores, somada à capacitação e roteiros turísticos, amplia o faturamento do setor. Além disso, leis federais como a Lei Paulo Gustavo garantem recursos para cidades menores investirem em cultura.

Mais do que arte, a economia criativa no RJ é infraestrutura econômica. Ela gera empregos, mantém jovens em seus territórios e fortalece a identidade local. Apostar nesse setor é investir no futuro dos municípios fluminenses.

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