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Quem percorre as RJs 116 e 122, em Cachoeiras de Macacu, enfrenta um problema recorrente e perigoso: estradas sem sinal de celular. Ao entrar em certos trechos, o aparelho mais usado do século XXI se torna inútil — incapaz de fazer ligações ou enviar mensagens.
Essa “sombra” na comunicação vai além do incômodo. Trata-se de uma grave falha que afeta diretamente a segurança pública. Em casos de acidentes, como colisões em curvas ou capotamentos na serra, a ausência de sinal torna impossível acionar resgate, polícia ou socorro médico a tempo. E, em emergências, cada minuto perdido pode custar vidas.
Comunicação é direito básico
Ter sinal de celular nas rodovias não é luxo. Assim como iluminação pública ou saneamento, comunicação é uma necessidade fundamental. No entanto, enquanto as operadoras investem em 5G nos grandes centros urbanos, ignoram o drama de quem circula diariamente pelas estradas sem sinal no interior fluminense.
Moradores, motoristas e trabalhadores que dependem dessas vias continuam reféns de um serviço precário. A omissão compromete a dignidade e a segurança de toda uma população. O investimento em infraestrutura de telecomunicação nessas áreas precisa ser tratado como prioridade.
Hora de agir: sinal é urgência
Não se pode mais aceitar justificativas técnicas ou burocráticas. É urgente instalar antenas em pontos críticos das RJs 116 e 122. A falta de cobertura celular não é apenas falha de serviço — é negligência com vidas humanas.
O silêncio na linha pode custar muito mais do que qualquer obra. As estradas sem sinal não podem mais ser ignoradas.
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