Violência escolar no Rio afeta aprendizado, revela estudo

Um novo estudo revela como a violência escolar no Rio de Janeiro prejudica gravemente o aprendizado de estudantes da rede pública. Crianças e adolescentes que vivem em áreas dominadas por milícias ou tráfico acumulam atrasos de até seis meses na aprendizagem, em comparação com colegas de regiões pacificadas.

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Um novo estudo revela como a violência escolar no Rio de Janeiro prejudica gravemente o aprendizado de estudantes da rede pública. Crianças e adolescentes que vivem em áreas dominadas por milícias ou tráfico acumulam atrasos de até seis meses na aprendizagem, em comparação com colegas de regiões pacificadas.

O levantamento, intitulado “Educação Sob Cerco”, foi realizado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Instituto Fogo Cruzado (IFC), Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (GENI-UFF) e o Centro para o Estudo da Riqueza e da Estratificação Social (CERES-IESP). Ele aponta perdas significativas em matemática. Em zonas sob controle de milicianos, a proficiência média cai 5,4 pontos. Já em áreas controladas por traficantes, a queda é de 3,1 pontos. No centro da capital, os números são ainda mais alarmantes: a perda chega a 6,1 pontos nas regiões dominadas por milícias.

Além disso, o estudo destaca o impacto da violência escolar no Rio no aumento da evasão. Em locais com forte presença do tráfico, até 12,5% dos alunos abandonam os estudos. Nas áreas controladas por milicianos, a taxa chega a 10,9%. Confrontos armados frequentes e o medo constante afastam os estudantes das salas de aula.

Especialistas em educação alertam para o agravamento da desigualdade no estado. “A violência territorial está moldando o futuro dos nossos jovens de forma silenciosa e brutal”, afirma um dos coordenadores da pesquisa. Eles defendem ações urgentes que integrem segurança pública e políticas educacionais.

A divulgação do levantamento mobilizou gestores, entidades educacionais e organizações da sociedade civil. O objetivo é desenvolver estratégias conjuntas para reduzir o abandono escolar e combater o apagão pedagógico enfrentado por milhares de alunos.

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