Uma vulnerabilidade crítica na linguagem PHP provocou a interrupção temporária de serviços digitais em todo o país nesta quinta-feira (22). Diante do risco imediato de invasões, a constatação de que a falha no PHP suspende sistemas administrativos levou a Anatel e a Justiça Federal a travarem acessos externos. Por causa disso, representações federais no Centro do Rio de Janeiro e setores de informática de Niterói e Duque de Caxias reforçaram os protocolos de proteção.
As brechas no código permitem o controle de servidores sem a necessidade de login ou senha. Portanto, o Centro Integrado de Segurança Cibernética emitiu um aviso urgente a toda a administração pública. De acordo com o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), os gestores de tecnologia devem atualizar as aplicações sem demora. Além disso, o Ministério da Gestão orientou o desligamento preventivo de ambientes instáveis até a conclusão dos reparos.
Entenda o caso: impactos e medidas de proteção
- Alcance da tecnologia: O PHP move plataformas públicas vitais e cerca de 70% dos portais da web no mundo.
- Bloqueio preventivo do SEI: A Anatel, o TRF1, o TRF4 e o TRF6 travaram o acesso externo para evitar vazamentos de dados.
- Detecção avançada: Modelos de inteligência artificial identificaram as brechas que existiam há mais de uma década.
- Mobilização no Rio: Especialistas metropolitanos revisam a segurança das redes municipais para barrar ataques cibernéticos.
Desdobramentos da falha no PHP suspende sistemas e próximos passos
Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a orientação visa blindar os bancos de dados oficiais. Por isso, as equipes de suporte realizam os testes de validação antes de liberar o tráfego regular na internet. No entanto, o governo esclarece que as restrições são puramente protetivas. Assim, nenhum órgão fluminense ou federal registrou vazamento de documentos até este momento.